segunda-feira, 4 de março de 2013

hipertrofia muscular e suas estratégias nutricionais

hipertrofia muscular e suas estratégias nutricionais
As estratégias nutricionais para hipertrofia muscular devem garantir aos indivíduos condições ideais em todas as etapas do processo anabólico. Isso ocorre quando as taxas de síntese proteica são maiores do que as taxas de degradação proteica, fato que depende de um treinamento adequado em volume e frequência, de períodos de descanso de um perfil hormonal favorável e da oferta adequada de nutrientes necessários.
Os exercícios contra-resistência são necessários para estimular a remodelação do tecido muscular e aumentar o conteúdo de proteína muscular. Quanto a nutrição, as necessidades dos indivíduos que pretendem ganhar massa muscular são maiores do que as dos indivíduos sedentários. A alimentação é necessária para oferecer energia para o exercício, potencializar a liberação de hormônios anabólicos e garantir substrato para a síntese de proteínas e glicogênio.
A quantidade proteica deve ser oferecida continuamente, fornecendo aminoácidos essenciais, utilizados para o crescimento muscular. É necessário ainda garantir a ingestão energética por meio de carboidratos e lipídios. Deve-se considerar ainda o perfil hormonal anabólico.
 A importância do momento da oferta dos nutrientes ao músculo é cientificamente reconhecida, pois durante 24 horas os músculos são submetidos a diferentes fases de um ciclo de crescimento muscular, produção de energia, recuperação e crescimento.
Dependendo da necessidade metabólica do músculo, pode ocorrer:
produção de energia, restabelecimento do glicogênio muscular ou síntese de proteínas. Cada uma dessas situações requer diferentes tipos de nutrientes.
Outro modelo de oferta de nutrientes sugerido é composto por três fases:
fase energética, fase anabólica e fase de crescimento. Esse novo modelo apresenta, possivelmente, novas perspectivas na alimentação/ suplementação para o atleta que busca a hipertrofia muscular, desde que associado a programas de treinamentos adequados. Vale lembrar que ainda são necessárias avaliações científicas que comprovem sua eficácia.